Steve Jobs morre aos 56 anos de idade


Steven Paul Jobs, 56, criador da Apple e do estúdio de animação Pixar morreu na noite desta quarta-feira. Após o anúncio dado no Twitter por portais americanos de variedades, fãs e admiradores do homem começaram a reagir comentando o caso.

A causa da morte ainda não foi revelada, mas tudo indica que o motivo tenha sido o câncer com o qual ele lutava desde 2004. Jobs chegou até a se afastar da Apple para cuidar do seu fígado e transplantá-lo, em 2009.

Steve Jobs era famoso graças a Apple. Ele acompanhou e administrou a empresa durante sua vida e presenciou o sucesso dela com o iPhone, iPad, iMac, Macbook, e várias outras bugigangas tecnológicas. Ele ajudou a transformar a Apple na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado!

O site americano da Apple já está com um destaque que leva a uma página com uma dedicatória ao Steve Jobs:

A Apple perdeu um visionário e um gênio criativo, e o mundo perdeu um ser humano incrível. Aqueles de nós que tiveram a sorte de conhecer e trabalhar com Steve perderam um grande amigo e um mentor inspirador. Steve deixou para trás uma empresa que só ele poderia ter construído, e seu espírito será sempre a base da Apple.


Microsoft adquire a Skype por US$ 8,5 bilhões


Skype foi adquirido pela Microsoft por US$ 8,5 bilhões(Foto: Reuters)

A Microsoft adquiriu nesta terça-feira (10) a empresa de serviço de chamadas de voz e de vídeo pela internet Skype por US$ 8,5 bilhões. De acordo com a Reuters, essa foi a maior aquisição da Microsoft em seus 36 anos de história.

De acordo com o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, o Skype se tornará uma nova divisão de negócios dentro da empresa e terá o atual CEO da Skype, Tony Bates, como presidente da Microsoft Skype Division.

Rumores apontavam o interesse de outras empresas como o Facebook e o Google para comprar a empresa. A Microsoft, no entanto, pagou o maior valor de sua história para ter a companhia, que ainda não dá lucro, segundo analistas.

A Microsoft disse que a compra da Skype “irá melhorar e aumentar a acessibilidade de conversas de vídeo e de voz em tempo real pela internet, trazendo benefícios para consumidores e empresas, além de trazer novas oportunidades de negócios”.

O programa Skype tem mais de 170 milhões de usuários em todo o mundo e obteve 207 bilhões de minutos de conversas de vídeo e de voz em 2010. De acordo com a Microsoft, com a aquisição, a tecnologia usada no Skype será utilizada no Xbox 360, no Kinect, no Windows Phone e nos PCs. Além disso, serviços de comunicação da empresa como o Lync, o Messenger, o Outlook e o Xbox Live usarão o Skype.

Embora tenha gerado US$ 860 milhões em 2010 e alcançado um lucro de US$ 264 milhões, a Skype perdeu US$ 6,9 milhões, além de ter uma dívida de US$ 686 milhões. No acordo da Microsoft está o pagamento de parte da dívida.

Além de permitir conversas por meio de voz e de vídeo em computadores, a Skype produz versões de seu serviço de telefonia para dispositivos como iPhone e iPad, da Apple; BlackBerry, da RIM, e aparelhos com o sistema operacional Android, do Google.

Fundado em 2003, a Skype foi adquirida em 2005 pelo eBay e, em 2009, foi comprado pela Silver Lake. De acordo com a Microsoft, o progresso nos últimos 18 meses sob a gerência da Silver Lake gerou um crescimento de 150%, desenvolvendo novas parcerias estratégicas e melhorando a qualidade do serviço.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/05/microsoft-adquire-skype-por-us-85-bilhoes.html



Da Rede Nacional de Formação

A partir do dia 4 de maio, aproximadamente 470 monitor@s-bolsistas de todas as regiões do Brasil terão acesso à segunda fase da formação do Programa Telecentros.BR, que consiste em um leque de possibilidades e caminhos para a produção de projetos comunitários.

A Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital inovou a navegação do curso, disponibilizando conteúdos de comunicação comunitária, comunidade, cultura digital, inclusão digital, redes e telecentros, todos interligados a uma sala central.

Depois de passar pela Ambientação e pelo Voo Rasante, os monitor@s vão dar início à realização de projetos que beneficiem sua comunidade. O projeto comunitário consiste numa atividade que 1) envolva a comunidade e o telecentro, 2) não seja uma programação pré-existente do telecentro, 3) seja gratuita e 4) tenha um registro público online.

Ao todo, mais de 900 jovens estão matriculados no Moodle, a plataforma de ensino à distância utilizada pela Rede.

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Firefox 5 será lançado dia 21 de junho


De acordo com uma atualização na página de releases da Mozilla, o Firefox 5 será lançado no dia 21 de junho. As atualizações mais rápidas, sempre com versões estáticas, foram prometidas pela Fundação no início do ano. A Mozilla planeja lançar até a versão 7 em 2011. Nenhuma informação a respeito de novos recursos do navegador foram revelados.

O Firefox 4 foi lançado no dia 22 de março e alcançou o marco de 1 milhão de downloads em suas primeiras três horas de lançamento. O navegador bateu o recorde do Internet Explorer 9, que atingiu 2,4 milhões de downloads nas primeiras 24 horas.


Baixe agora: Ubuntu 11.04 Natty Narwhal


Cumprindo o cronograma, a Canonical liberou há pouco a versão final do Ubuntu 11.04, também conhecido como Natty Narwhal. O sistema está ainda mais maduro, ganhou um visual completamente renovado e traz mudanças importantes para o futuro da distribuição Linux mais popular do planeta.

A aposta da empresa africana para Natty Narwhal é no Unity como interface gráfica padrão. Lançado em outubro passado com o finado Ubuntu Netbook Edition, o Unity é um novo ambiente desenvolvido pela Canonical e otimizado para telas pequenas. A interface recebeu alguns ajustes, ganhou novos recursos e foi “promovida” a edição principal do sistema, para desktops.

Outras mudanças são: Firefox 4 como navegador padrão; Linux Kernel versão 2.6.38; X.Org 7.5; novo menu de som, com informações sobre a música que está tocando e integração com os principais players; LibreOffice 3.3.2 como suite padrão; Banshee 2.0; assistente de instalação ainda mais simples; uma edição a menos; e nada de CDs gratuitos.

Uma novidade interessante e que merece destaque é a possibilidade de testar programas sem a necessidade de instalá-los no computador. Para isso, basta acessar a Central de Software do Ubuntu e clicar no botão “test drive” para que o aplicativo seja aberto na tela da sua máquina. O programa, na verdade, é executado em um servidor remoto, e para que o recurso funcione de forma satisfatória é indispensável uma boa conexão com a Internet.

Se o Ubuntu é o seu sistema principal, recomendamos que você atualize agora mesmo para a última versão estável. Para isso, simplesmente entre com o comando “sudo update-manager -d” (sem aspas). Caso queira testar as novidades do Ubuntu 11.04, o sistema pode ser baixado gratuitamente no site da Canonical, via torrent ou HTTP, em versões para desktop e servidor.

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18279/download-ubuntu-11-04-natty.html


Chrome 11 suporta entrada de voz e ganha novo logotipo


Uma nova versão do navegador da Google acaba de desembarcar no canal estável. Como sempre acontece, a atualização traz melhorias, algumas novidades e vários bugs a menos. Se o Chrome é seu navegador padrão, instale agora mesmo a versão 11 acessando o menu e clicando em “Sobre o Google Chrome”.

A mudança mais visível do Chrome 11 é a atualização da velha logomarca, usada desde meados de 2008 com a primeira versão do navegador. O novo ícone deixa de lado o efeito esférico tridimensional de uma Pokebola para dar lugar a contornos mais suaves e delicados — e, verdade seja dita, está muito parecido com o logotipo da TV Cabo Branco, da Paraíba.

Além das 25 correções de bugs, as quais fizeram a Google desembolsar mais de 16 mil dólares em recompensas, o Chrome trouxe apenas uma novidade: suporte a entrada de voz. A tecnologia faz uso do HTML5 e permite que você entre com um texto falando no microfone. O recurso ainda é pouco utilizado e carece de melhorias, mas para testá-lo basta acessar o Google Tradutor.

Se você ficou interessado em testar o Chrome pela primeira vez, saiba que o navegador está disponível em quatro canais: Estável, versão final pronta para uso (recomendada); Beta, onde novos recursos são testados; Dev, geralmente mais avançada em relação aos canais anteriores, com novidades exclusivas, mas algumas vezes problemático e instável; e Canary build, praticamente idêntico a anterior mas pode ser instalado em paralelo com a versão estável.

FONTE: http://www.guiadopc.com.br/noticias/18292/chrome-11-suportada-entrada-voz-ganha-novo-logotipo.html


Ubuntu 11.04 estará disponível no dia 28 de abril


www.ubuntu.com.

A Canonical anunciou que a nova versão de seu sistema operacional Ubuntu estará disponível para download gratuitamente a partir de 28 de abril. O Ubuntu 11.04 introduz o Unity, nova interface do Ubuntu.

“Esta versão representa um novo passo na evolução do Ubuntu, que oferece uma experiência de uso que une o estilo à eficiência. Com esta versão o Ubuntu vai conquistar todo um novo segmento de usuários para o software livre. O Ubuntu 11.04 é uma grande prova do quanto às tecnologias open sources voltadas ao usuário final evoluíram”, disse Jane Silber, CEO da Canonical.

O Ubuntu 11.04 traz uma interface gráfica moderna para propiciar uma experiência visualmente rica, inspirada pelo design utilizado por tablets e smartphones. Em PCs mais antigos, o sistema vai determinar automaticamente se o processador gráfico suporta a nova interface Unity e oferecerá a experiência “clássica” caso o Unity não seja suportada.

Além disso, os usuários poderão escolher permanecer com a interface GNOME, caso essa seja sua preferência.

Outras novidades incluem uma área de trabalho limpa com um launcher do lado esquerdo da tela, que é totalmente configurado pelo usuário; melhorias nos mecanismos de busca, que colocam aplicações, músicas, vídeos e outros arquivos agrupados em um único lugar; um “menu global” para a maioria dos programas pré-instalados, permitindo que os menus de todas as aplicações fiquem no mesmo lugar, no topo da tela.

O sistema também trará suporte para touch screens, sendo possível realizar ações como controlar barra de rolagem, trocar entre aplicações abertas e maximizar ou minimizar telas a partir de gestos.

A Canonical também anunciou o Ubuntu One, um serviço de cloud para usuários individuais, que oferece uma solução gratuita para compartilhamento de contatos e arquivos, combinado com um serviço de streaming de música atualmente disponível para as plataformas iPhone e Android, podendo ser acessada de qualquer lugar do mundo. A versão oficial do cliente Windows será lançada em breve – e trará também diversas melhorias ao Beta público que está disponível para testes.

O Ubuntu 11.04 estará disponível para download a partir de 28 de abril em www.ubuntu.com. O teste online gratuito estará disponível a partir do lançamento.

Fonte: http://imasters.com.br


Argentina quer Linux em PCs do governo


A migração da plataforma da Microsoft tem como objetivo economizar dinheiro

O governo federal da Argentina anunciou, neste final de semana, um plano para equipar com Linux até dois terços dos computadores da administração federal e instalações públicas.

O anúncio foi feito dia após o governo local apoiar a Flisol, um festival de incentivo à adoção de software livre por usuários comuns.

De acordo com um porta-voz do governo local, a migração de plataformas proprietárias – notadamente da Microsoft – para distribuições Linux tem como principal objetivo economizar dinheiro público gasto com licenças.

Parlamentares de oposição à presidente Cristina Kirchner disseram ver com cautela a decisão. A oposição local evitou posicionar-se contra o software livre, mas afirmou que a substituição de plataformas deve ocorrer de modo gradual e apenas em áreas onde as distribuições aberta forem comprovadamente mais eficientes que as proprietárias.

A oposição acusou ainda o governo de Cristina de anunciar apoio ao Linux não por iniciativa própria, mas apenas para agradar ao governo venezuelano de Hugo Chávez, um crítico ferrenho da dependência latino-americana de produtos desenvolvidos nos Estados Unidos.

FONTE: http://exame.abril.com.br


O que é software livre


por Augusto Campos
fonte: http://br-linux.org/

Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:

+ O que é software livre
+ O que é copyleft
+ Qual a diferença entre software livre e código aberto
+ Quais as obrigações de quem desenvolve ou distribui software livre
+ Quais as licenças de software livre mais comuns
+ Quais os exemplos de softwares livres populares

e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Veja também a FAQ BR-Linux – Lista de Perguntas Freqüentes.
O que é software livre

Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pelaFree Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.

Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.

O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.

Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdadepara os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:

As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:

A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.

Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.

A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.

A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.

Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.
O que é copyleft?

Copyleft é uma extensão das 4 liberdades básicas, e ocorre na forma de uma obrigação. Segundo o site da Free Software Foundation, “O copyleft diz que qualquer um que distribui o software, com ou sem modificações, tem que passar adiante a liberdade de copiar e modificar novamente o programa. O copyleft garante que todos os usuários tem liberdade.” – ou seja: se você recebeu um software com uma licença livre que inclua cláusulas de copyleft, e se optar por redistribui-lo (modificado ou não), terá que mantê-lo com a mesma licença com que o recebeu.

Nem todas as licenças de software livre incluem a característica de copyleft. A licença GNU GPL (adotada pelo kernel Linux) é o maior exemplo de uma licença copyleft. Outras licenças livres, como a licença BSD ou a licença ASL (Apache Software License) não incluem a característica de copyleft.

Acima você vê o símbolo do copyleft, palavra que é um trocadilho com copyright, e cuja tradução aproximada seria “deixamos copiar”, ou “cópia permitida”.
Dúvidas e enganos comuns sobre software livre sob a licença GPL

Posso distribuir comercialmente ou cobrar por software livre, de minha autoria ou de terceiros?

Note que a definição de liberdade apresentada acima não faz nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não. Nada impede que um software livre obtido por você seja copiado e vendido, tenha ela sido modificado ou não por você. Ou seja, software livre não necessariamente precisa ser gratuito.

Portanto, você pode ter pago para receber cópias de um software livre, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias – ou distribui-las gratuitamente.

“Software Livre” não significa “não-comercial”. Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.

Se eu distribuo um software livre, tenho que fornecer cópias a qualquer interessado, ou mesmo disponibilizá-lo para download público?

A resposta curta seria “não”. Seria uma atitude em sintonia com a filosofia da liberdade de software se você o disponibilizasse para qualquer interessado, preferencialmente em um formato de fácil manipulação (exemplo: imagens ISO de CD-ROMs, pacotes tar.gz com os códigos-fonte ou outros formatos para código executável instalável), mas você não tem esta obrigação.

Entretanto, você tem que deixar o código-fonte à disposição de quem vier a receber o código-executável (caso você não os distribua em conjunto, que é a forma mais apropriada), nos termos da licença. E, naturalmente, tem que respeitar todos os demais termos da licença livre adotada.

Se eu uso um software livre, tenho que disponibilizar meus próprios softwares para o público?

Não. Mesmo se você fizer alterações em um software GPL e guardá-las para seu próprio uso, você não estará infringindo a licença. A obrigação básica da GPL, no que diz respeito a disponibilização de software, é que se você for disponibilizar para terceiros algum software obtido sob os termos da GPL (modificado por você ou não), esta disponibilização deve ocorrer sob os termos da GPL.

Assim, é perfeitamente legal e normal um mesmo desenvolvedor disponibilizar alguns softwares com licenças livres e outros com licenças proprietárias, ter softwares livres e não-livres instalados no mesmo computador, usar softwares livres (como o compilador GCC) como ferramentas de desenvolvimento de softwares proprietários, ou incluir softwares livres e não-livres no mesmo CD-ROM, para citar alguns exemplos.

Outras dúvidas comuns

Veja a resposta a muitas dúvidas freqüentes de desenvolvedores, distribuidores e usuários de Software Livre na GPL FAQ (em português).
Software livre X Código aberto

Em 1998, um grupo de personalidades da comunidade e do mercado que gravita em torno do software livre, insatisfeitos com a postura filosófica do movimento existente e acreditando que a condenação do uso de software proprietário é um instrumento que retarda, ao invés de acelerar, a adoção e o apoio ao software livre no ambiente corporativo, criou a Open Source Initiative, que adota o termo Open Source (Código Aberto) para se referir aos softwares livres, e tem uma postura voltada ao pragmatismo visando à adoção do software de código aberto como uma solução viável, com menos viés ideológico que a Free Software Foundation.

Ao contrário do que muitos pensam, Código Aberto não quer dizer simplesmente ter acesso ao código-fonte dos softwares (e não necessariamente acompanhado das “4 liberdades” do software livre). Para uma licença ou software ser considerado como Código Aberto pela Open Source Initiative, eles devem atender aos 10 critérios daDefinição de Código Aberto, que incluem itens como Livre Redistribuição, Permissão de Trabalhos Derivados, Não Discriminação, Distribuição da Licença e outros.

De modo geral, as licenças que atendem à já mencionada Definição de Software Livre (da Free Software Foundation) também atendem à Definição de Código Aberto(da Open Source Initiative), e assim pode-se dizer (na ampla maioria dos casos, ao menos) que se um determinado software é livre, ele também é de código aberto, e vice-versa. A diferença prática entre as duas entidades está em seus objetivos, filosofia e modo de agir, e não nos softwares ou licenças.

Segundo a Free Software Foundation, em sua página sobre o assunto:

O movimento Free Software e o movimento Open Source são como dois campos políticos dentro da comunidade de software livre.

Grupos radicais na década de 1960 desenvolveram uma reputação de facções: organizações que se dividem devido a discordâncias em detalhes das estratégias, e aí se tratavam mutuamente como inimigas. Ou ao menos esta é a imagem que as pessoas têm delas, seja ou não verdadeira.

O relacionamento entre o movimento Free Software e o movimento Open Source é justamente o oposto deste. Nós discordamos nos princípios básicos, mas concordamos (mais ou menos) nas recomendações práticas. Assim nós podemos e de fato trabalhamos juntos em diversos projetos específicos. Nós não vemos o movimento Open Source como um inimigo. O inimigo é o software proprietário.

A Wikipédia traz mais detalhes:

Muitos que preferem o termo software livre e se consideram parte do movimento não acham que software proprietário seja estritamente imoral. Eles argumentam, no entanto, que liberdade é valiosa (tanto social quanto pragmaticalmente) como uma propriedade do software em seu próprio direito, separado da qualidade técnica num sentido limitado. Mais, eles podem usar o termo “software livre” para se distanciarem das alegações que software de “código aberto” é sempre tecnicamente superior a software proprietário (o que é quase sempre demonstravelmente falso, ao menos em um curto período). Nesse sentido, eles alegam que os defensores de “código aberto”, por se concentrarem exclusivamente nos méritos técnicos, encorajam os usuários a sacrificarem suas liberdades (e os benefícios que essas trazem em um longo período) por conveniências imediatistas que o software proprietário pode oferecer.

Os defensores do Código Aberto argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre (também conhecido como “Open source” em inglês) ao invés das questões morais. A discordância básica do Movimento Open Source com a Free Software Foundation é a condenação que essa faz do software proprietário. Existem muitos programadores que usam e contribuem software livre, mas que ganham dinheiro desenvolvendo software proprietário, e não consideram suas ações imorais. As definições “oficiais” de software livre e de código aberto são ligeiramente diferentes, com a definição de software livre sendo geralmente considerada mais rigorosa, mas as licenças de código aberto que não são consideradas licenças de software livre são geralmente obscuras, então na prática todo software de código aberto é também software livre.

O movimento software livre, não toma uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).

Para o Movimento do Software Livre, que é um Movimento Social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar disponível sempre, para permitir assim a evolução da humanidade. Já o Movimento pelo Código Aberto, que não é um Movimento Social, mas voltado ao Mercado, prega que o Software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. Este segundo movimento surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de Software Livre.

Licenças de software livre

Existem muitas licenças de software livre, e nada impede (embora isto não seja recomendado) que cada interessado crie sua própria licença atendendo às 4 liberdades básicas, agregando – ou não – uma cláusula de copyleft.

A Free Software Foundation mantém uma página com uma lista de licenças conhecidas, classificando-as entre livres (compatíveis ou não com a GPL) e não-livres, incluindo comentários sobre elas.

Algumas das licenças livres mais populares são:

GPL ou GNU General Public License (veja também a GPL em português e aCC GPL no site do Governo Brasileiro)
Licença BSD
MPL ou Mozilla Public License
Apache License

Exemplos de softwares livres

Alguns softwares livres notáveis são o Linux, o ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor web Apache, o OpenOffice.org e o navegador web Firefox, entre muitos outros.
Definições

Nas referências empregadas no BR-Linux, assume-se que a expressão “Software Livre” (ou “Free Software”) será empregada conforme a definição da Free Software Foundation, e que a expressão “Código Aberto” (ou “Open Source”) será empregada conforme definido pela Open Source Initiative. Softwares serão considerados como livres quando estiverem sob uma licença que se qualifique como software livre pela definição acima, e serão considerados como abertos quando estiverem sob uma licença que se qualifique como código aberto pela definição acima, levando em consideração a intersecção entre os 2 conjuntos.
Referências

Além dos links mencionados ao longo do texto, visite também os textos abaixo:

Free Software Foundation
Filosofia do Projeto GNU
Software livre – Wikipédia
Free software – Wikipedia, the free encyclopedia
GPL na Wikipédia em português
Copyleft na Wikipédia em português

Para citar esta página em seu trabalho acadêmico

Dados para referência bibliográfica:

CAMPOS, Augusto. O que é software livre. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em . Consultado em [data da sua consulta].

Fonte Pesquisa:


122° Aniversário do Charlie Chaplin


Sir Charles “Charlie” Spencer Chaplin foi o mais famoso ator dos primeiros momentos do cinema hollywoodiano, e posteriormente um notável diretor. No Brasil é também conhecido como Carlitos (equivalente a Charlie), nome de um dos seus personagens mais conhecidos. Chaplin foi uma das personalidades mais criativas da era do cinema mudo; ele atuou, dirigiu, escreveu, produziu e eventualmente financiou seus próprios filmes. Chaplin, cujo quociente de inteligência era de 140, foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão americano Samuel Reshevsky. Nasceu em Walworth, Londres, dos pais Sr. Charles e Hannah Harriette Hill, ambos animadores do Music Hall.

Seu principal personagem foi O Vagabundo (The Tramp): um andarilho pobretão com as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, vestindo um casaco firme e esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e sua marca pessoal, um pequeno bigode.

Chaplin iniciou sua carreira como mímico, fazendo excursões para apresentar sua arte. Em 1913, durante uma de suas viagens pelo mundo, este grande ator conheceu o cineasta Mack Sennett, em Nova York, que o contratou para estrelar seus filmes.

Em 1918, no auge de seu sucesso, ele abriu sua própria empresa cinematográfica, e, a partir daí, fazia seus próprios roteiros e dirigia seus filmes. Crítico ferrenho da sociedade, ele não se cansava de denunciar os grandes problemas sociais, tais como a miséria e o desemprego. Produziu grandes obras como: O Circo, Rua de Paz e Luzes da Cidade.

Adepto ao cinema mudo, o também cineasta, era contra o surgimento do cinema sonoro, mas como grande artista que era, logo se adaptou e voltou a produzir verdadeiras obras primas: O Grande Ditador, Tempos Modernos e Luzes da Ribalta.

Na década de 1930 seus filmes foram proibidos na Alemanha nazista, pois foram considerados subversivos e contrários a moral e aos bons costumes. Porém, na verdade, representavam uma crítica ao sistema capitalista, à repressão, à ditadura e ao sistema autoritário que vigorava na Alemanha no período.

Em 1965, publicou sua autobiografia, Minha Vida. Em 1977, na noite de Natal, o mundo perdeu um dos grandes representantes da história do cinema.


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